Quem manda no país é o povo

Os presidenciáveis estiveram hoje em mais um debate, dessa vez como convidados da 22º Conferência da UNALE (União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais), em Gramado (RS).

Todos os pré-candidatos tiveram 10 minutos de fala na abertura do evento e depois debateram temas mais específicos. Em sua fala inicial, Ciro Gomes pontuou os problemas centrais do país e insistiu na importância da reestruturação de um empoderado estado brasileiro, em parceria com a dinâmica da iniciativa privada, para o desenvolvimento de um projeto nacional que supere os efeitos da simplificação ideológica neoliberal e desenvolva o país.

Ao final, Ciro arrancou mais aplausos dos presentes ao afirmar que um novo e grave objetivo dessas eleições é restaurar a autoridade moral do poder político no país. Sobretudo face as contínuas extrapolações de função de setores da vida pública, em especial as interferências indevidas (e muitas vezes ilegais) de membros do judiciário. O poder político, em suas representações administrativas e legislativas, é conferido pelo povo e a ele cabe decidir sobre os destinos do país.

Como afirmou Ciro: “O Brasil precisa sair dessas eleições ganhando de volta, da mão sagrada do povo, a simples e pura premissa da democracia: quem manda no país não é judiciário extrapolando lei, quem manda no país é o povo e sua representação.”
 

Deixe uma resposta

quatro + quatro =