Passo 12: soberania nacional, defesa e relações exteriores

O 12° e último passo dos passos para mudar o Brasil, sinteticamente, vem com uma afirmação contundente que resume do que trata: “a política exterior de uma grande democracia como o Brasil precisa servir a nossos interesses e a nossos valores. E engajar todo o governo e toda a nação em sua construção”. Para isso, é essencial levar-se em consideração a soberania nacional.

Relacionada diretamente ao Projeto Nacional de Desenvolvimento que dará ao país a chance de democratizar as oportunidades e capacitações nacionais, a soberania nacional desempenha o papel de condicionar aos demais países do globo o respeito ao Brasil e sua independência.

Este “conceito” inclui a defesa do direito sobre o controle nacional de nossos recursos naturais estratégicos, como petróleo, água e gás, por exemplo. Acompanha sua defesa, ainda, o compromisso com aEstratégia Nacional de Defesa” e o complexo industrial de defesa, cujo objetivo será o de desenvolver tecnologia de vanguarda, tanto para a preservação de nossa soberania,  quanto para propiciar inovações a serem utilizadas pelo restante do setor produtivo.

De mesmo modo, a política exterior deve nos possibilitar ampliar nosso espaço nas negociações políticas e comerciais do globo, incluindo aquelas que se referem a desenvolvimento sustentável e mudanças climáticas. Isso deve ser possibilitado pela construção e aplicação de um Projeto Nacional que transforme a sorte dos brasileiros e reindustrialize o país.

Por fim, o 12° passo para transformar o Brasil passa por revogar a Lei de Partilha e recomprar os campos de petróleo brasileiro vendidos ao exterior pelo Governo Temer. Em caso de a Eletrobrás ser também vendida, há de ser recuperada.

Não há nenhuma razão nacional (estratégica, energética ou econômica) que justifique a venda de nossas reservas ao exterior ou a pressa em explorar e produzir o nosso petróleo. Portanto, não soam como escolhas políticas tomadas com o melhor interesse do Brasil em primeiro lugar.

De tal modo, é preciso que a soberania nacional seja preservada e defendida dos interesses internacionais.

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