“Imundície”, afirma Ciro Gomes sobre Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz

Em entrevista para o Jornal do Brasil, recentemente, Ciro Gomes classificou como “imundície” a contradição protagonizada por Flávio Bolsonaro e seu assessor, Fabrício Queiroz.

Além disso, sobraram questionamentos acerca do moralismo pregado pelo presidente Jair Bolsonaro e das atitudes que não estão em harmonia com as promessas de sua campanha, como a indicação de um “amigo particular” para cargo de importância na Petrobrás ou a promoção de um filho do vice-presidente Hamilton Mourão.

Flávio é suspeito de ter em Queiroz um “laranja” empregado como assessor para lavagem de dinheiro.

Mourão teve o filho, que trabalhou por dezoito anos no Banco do Brasil, “convenientemente” promovido a cargo de assessor especial da presidência do Banco do Brasil logo após sua posse.

Imundície

A pedra angular da marquetagem do Bolsonaro, portanto da “autoridade política”, está assentada em duas pernas: moralismo simplificador e segurança.

Isso é impossível de ser feito sem uma ampla mudança estrutural no país.

Aí tem o filho do general Mourão, um amigo particular que vira gerente da Petrobras e ainda toda a imundície do Flávio Bolsonaro. Nos cem dias vou exigir explicações porque isso (caso do ex-assessor Fabrício Queiroz) não dá pra engolir porque é uma pedra angular que ele escolheu.

O povo é a principal vítima

Para quem sinalizou para o povão a possibilidade de um governo asséptico, sem contradição, o que se vê é o capital político se dissipando rapidamente.

Isso é ruim para o país.

A mim não interessa a confusão, a baderna, a hecatombe no governo. O povo é a principal vítima.

Quero fazer uma oposição racional, que reconhece os problemas e que obrigue o governo a jogar o jogo democrático. O país não aguenta mais ser espoliado.

Você pode conferir a entrevista completa no Jornal do Brasil.

Deixe uma resposta

20 − catorze =