A defesa da institucionalidade democrática e a exigência a Dias Toffoli

Em palestra sobre a necessidade de um Projeto Nacional no Rio de Janeiro, Ciro Gomes ergueu o tom com o Presidente do STF Dias Toffoli e com a possibilidade de ruptura democrática no Brasil.

Resistência

Falando sobre a necessidade de nos ombrearmos frente a uma eventual ruptura democrática, a qual o próprio ex-ministro admite não enxergar, Ciro ergueu o tom, arrancando aplausos da plateia.

“Eu não vejo, mas é preciso, sendo quem somos, tendo a história que temos, que coloquemos as barbas de molho e tenhamos clareza de que a transgressão da institucionalidade democrática nos encontrará na resistência. Com a arma que for necessária! Com a disposição que for necessária para defender a democracia brasileira”

Dias Toffoli e as transações tenebrosas de Brasília

Referindo-se às transações tenebrosas dos gabinetes de Brasília e às tramas terríveis que “já estão começando de novo”, Ciro exigiu rotundamente que Dias Toffoli se comporte como o Ministro do STF que deve ser. A fala do ex-ministro foi amplamente apoiada e aclamada.

Temos a obrigação, qualquer que seja o preço e o desgaste, de não deixar certas coisas acontecerem impunemente.

O senhor ministro Dias Toffoli, presidente do STF, não pode confraternizar com os políticos se acertando em pactos seja de que natureza for.

Por quê? Porque na funcionalidade da democracia, a última palavra acreditada e respeitada deve ser a do Judiciário.

Se o Governo quer fazer um conjunto de mudanças, que se acerte na política. Está autorizado por 57 milhões de brasileiros, irmãos nossos. Mas se transgredir os limites da Constituição, quem vai julgar?

Que está fazendo o Presidente do STF na mesa dos políticos acertando  pactos? Não pode! É preciso deixar claramente posto que não vamos aceitar esse tipo de constrangimento que leva o Brasil ao rol mesquinho das Repúblicas de banana.

Assista à palestra completa de Ciro Gomes

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