#CiroDePerto: uma vida dedicada à construção de um Projeto Nacional

Publicações recentes nas redes sociais de Ciro Gomes destacam a trajetória “fora da curva” do pré-candidato pedetista à presidência da República. Através da #CiroDePerto, a equipe de comunicação do Ciro ressalta um perfil incomum à cena política nacional: um político experiente e exitoso, que tendo possibilidades reais de poder, renunciou a cargos e privilégios para construir e oferecer ao Brasil um Projeto Nacional de Desenvolvimento(PND).

Um ambiente hostil

A cultura de demonização da política e de seus agentes não é novidade para ninguém. Sabemos que o Brasil, assim como boa parte do mundo, foi tomado por narrativas despolitizantes, criando um abismo quase intransponível entre o universo político e a vida real do povo.

A “novelização” de escândalos ambidestros de corrupção, o populismo rasteiro de algumas “entidades” políticas e as negociatas espúrias do chamado “presidencialismo de coalizão” criaram o ambiente perfeito à consolidação de tal fenômeno.

Um de seus maiores efeitos foi, como bem sabemos, a aparição de outsiders, de aventureiros e de celebridades sem qualquer vivência política no cenário eleitoral brasileiro. Quase todas essas “novas” figuras passaram a prometer resolver os graves problemas nacionais com meia dúzia de frases feitas.

Parece trágico, mas é um pouco pior

A despolitização do debate público e a hegemonia do modelo econômico neoliberal foram, ao longo dos anos, consolidando no imaginário do nosso povo que “os políticos são todos iguais”, “o poder corrompe todo mundo” e que “nada muda no Brasil”. No microcosmos dos partidos, por sua vez, o “personalismo carismático” de “salvadores da pátria” e o “tecnicismo” do “não-político” tornaram-se, por regra, as bandeiras de militâncias extremadas e acríticas.

Resultado? Um país dividido entre a descrença de uma população abandonada à própria sorte e as paixões desmedidas de “torcidas políticas”. Viramos, por consequência, uma nação incapaz de debater e encontrar soluções racionais aos seus concretos problemas e crescentes conflitos.

Mas, afinal, por que Ciro é um cara diferenciado?

Se tivéssemos que responder a essa questão em uma única frase, poderíamos dizer simplesmente: seu espírito público. Considerado uma das mais proeminentes e competentes figuras públicas nacionais na década de 1990, Ciro Gomes afastou-se da política, abriu mão de cargos, privilégios e de visibilidade, para compreender a fundo a receita do êxito civilizatório das nações desenvolvidas.

Distante dos holofotes, Ciro, em parceria com Roberto Mangabeira Unger, lançou, em 1996, o corajoso livro “O Próximo Passo: uma alternativa prática ao neoliberalismo”. Em lúcida reflexão, a obra critica não apenas o “nacional populismo do terceiro mundo”, mas também o “defensivo e conservador modus operandi das sociais-democracias do primeiro mundo”, a adesão acrítica do Brasil ao neoliberalismo e o abandono das tentativas de construção de um pensamento nacional autônomo, voltado a buscar alternativas de desenvolvimento cabíveis à realidade brasileira.

Sendo um dos primeiros trabalhos de origem latino-americana a ousar expor abertamente as fragilidades, as falácias e as mazelas resultantes tanto do populismo quanto do neoliberalismo, “O Próximo Passo” evidenciou a inquietude intelectual e o comprometimento político de Ciro com a construção de um projeto de desenvolvimento feito sob medida para o Brasil.

De forma corajosa, Ciro saiu voluntariamente de cena e foi para o “ostracismo absoluto”. Interrompeu uma trajetória política de reconhecido sucesso para estudar e buscar soluções aos problemas brasileiros.

Se você acha isso pouco, propomos como desafio apontar, nos comentários desta publicação, o nome de outras figuras públicas que tenham largado suas posições de poder para construir um plano estruturado de políticas públicas para o país. Alguém se arrisca?

Ciro não tem projeto de poder, Ciro tem projeto de país

Quem conhece minimamente a biografia de Ciro Gomes sabe que suas propostas ao Brasil não partem apenas de conjecturas acadêmicas, mas de suas experiências no comando da máquina pública. Quem conhece #CiroDePerto também sabe que ele jamais se esquivou de apresentar e debater publicamente suas ideias. Em seu último livro, “Projeto Nacional: o dever da esperança”, Ciro apresenta de forma bastante detalhada as medidas a serem tomadas para o Brasil voltar a crescer.

O diagnóstico, as propostas e seus potenciais efeitos estão todos lá. Um plano completo de curto, médio e longo prazo. Tudo exposto e à disposição de todos, inclusive, de seus adversários políticos. Quem conhece #CiroDePerto não se surpreende. Sua trajetória demonstra que seu propósito nunca foi surfar na onda da vez, agarrar-se ao poder ou manter sob sua tutela os destinos da nação. O que Ciro sempre buscou foi encontrar e oferecer alternativas para o Brasil voltar a expandir sua economia, emancipar seu povo através da educação, reduzir suas desigualdades históricas e, claro, garantir sua soberania.

Diante do atual cenário de despolitização, descrença, extremismos e fragilização democrática, Ciro Gomes pode ser visto quase como um “ruído”, o tal ponto fora da curva que, para desespero de muitos, não se rende e nem se ajusta aos estereótipos. Ciro oferece, aos demagogos de plantão, um histórico de gestões bem avaliadas e coerência entre discurso e prática; aos descrentes, um minucioso Projeto Nacional de Desenvolvimento; e aos militantes apaixonados, integridade intelectual e 40 anos de dedicação às complexidades de um país marcado por suas continentais contradições.

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