Ciro Gomes e a esperança que incomoda os desesperados

Este não é um texto para acirrar ódios e paixões. É um texto para mostrar o quão distantes estamos da polarização irracional. E como isso é bom para o Brasil.

Imagine você, brasileiro, um dia ter a felicidade de ver seu país entre as grandes nações do mundo, com um crescimento econômico acima da média e sem perspectiva de queda, uma indústria nacional forte e em plena expansão gerando riqueza e empregos. Um país onde todos possam ter oportunidades de uma educação emancipadora, empregos que valorizem o trabalhador e que preencham a sua alma ou mesmo oportunidades de empreender e empregar pessoas. Um país para se ter orgulho!

Agora parece que essa nossa esperança de ver o Brasil alcançar esse patamar traz algum desconforto para certas parcelas atrasadas da sociedade brasileira. Ou talvez um medo dominante de que o Brasil se emancipe por um caminho alternativo às fracassadas tentativas sem rumo, e que finalmente liberte seu povo.

Não é à toa que qualquer menção a um Projeto Nacional de Desenvolvimento causa arrepios à fatias poderosas da política nacional. Afinal de contas, parte dela teve a chance de comandar até há pouco os destinos da nossa nação e outra parte está agora nos conduzindo ao caos.

E é por isso que Ciro Gomes, como intérprete de um projeto sólido e visando o desenvolvimento do Brasil e não de um hegemonismo abstrato, é atacado diariamente por vários lados do espectro político. Como ele mesmo gosta de repetir, “hostilizam o carteiro para que não se leia a carta”.

Porém, é nítido que o Brasil está cansado dessa polarização odienta. Um movimento que só beneficia quem, ao invés de ao menos discutir o futuro dos brasileiros, apenas se preocupa com palanque, palácio e propina. A nostalgia está acabando com qualquer vestígio de racionalidade nessa turma. Sem a razão, fica a emoção. E enquanto temos um Projeto Nacional que nos enche de esperança, os desesperados atacam.

Não é mais aceitável – e também não funciona – que se troque o debate político em torno das grandes questões nacionais por ataques pessoais. O Brasil já viu esse filme mais de uma vez e sabe o final decorado. Ciro também é testemunha ocular do que foi feito com o PDT e com Leonel Brizola, especialmente no terço final de sua carreira política. Todos nos lembramos da cruzada contra Marina Silva em 2014. Tudo em nome de um projeto mesquinho e hegemonista de poder, que nos trouxe à tragédia de hoje.

Mas estes que ainda estão presos ao jogo sujo que funcionou no passado, não vão encontrar neste embate nada além de propostas, ideias e o desejo genuíno de transformar o Brasil na grande nação que merece ser.

Aqui não há espaço para calúnia, mentira e difamação. Só há espaço para a construção de um Projeto Nacional de Desenvolvimento amplo e generoso que atenda aos mais de 200 milhões de brasileiros com educação de qualidade e emancipadora do pensamento, saúde pública universal de alto nível, geração de emprego de qualidade e verdadeira distribuição de renda, viabilizada por um sistema tributário justo e progressivo. Uma nova ideia para fazer surgir uma nova nação.

O que estamos observando, nas fileiras do campo trabalhista e nas bases de apoio do Projeto Nacional, nestes quase dois anos pós eleições, é que o apoio ao projeto cresce constantemente. Por isso é natural que alguns se assustem. Mas ataques rasteiros geralmente são mentirosos. Os opacos, os moralistas e os hipócritas são sempre os primeiros a se levantar diante de qualquer ameaça ao status quo. E parece que é isso que está acontecendo.

Curioso como apontam que bolsonaristas começam a migrar para Ciro Gomes. Pois saibam que todos os ex eleitores de Bolsonaro são muito bem-vindos. Assim como a enorme quantidade de ex eleitores de Lula, que também tem sido muito bem-vindos. E todos os outros que amam o Brasil. Todos eles estão chegando porque aqui estão encontrando algo que eles não encontraram em outros espaços: o desejo de unir o Brasil em torno de um projeto nacional emancipador e soberano, em que as pessoas se vejam incluídas e entendam, afinal, qual é o seu lugar e o seu papel no futuro que podemos construir juntos.

Mas não precisamos e nem vamos nos rebaixar para uma defesa de ataques instintivos, inofensivos e vazios. A nossa luta não é para convencer os que preferem tapar os olhos e os ouvidos. Não é para dialogar com os que não querem diálogo. Não é para construir com os que desconstruíram. Nossa luta é para convencer os que estão órfãos de representatividade. Para dialogar com os que acreditam no diálogo. E para construir com os que acreditam no país. Nossa luta é pelo Projeto Nacional de Desenvolvimento, que desde que João Goulart foi golpeado, e desde que Leonel Brizola voltou do exílio, sempre tentaram esconder do povo brasileiro . E agora, com Ciro jogando luz na história e trazendo esperança para o futuro, aos que se sentem ameaçados por este projeto, resta o desespero.

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